A CRISE AMBIENTAL NO BRASIL: a colonialidade e o desenvolvimento sustentável afrontam os direitos humanos.
Resumo
Este artigo possui o escopo de demonstrar a aparente contradição entre a interpretação existente acerca do desenvolvimento sustentável e da sustentabilidade. A racionalidade econômica quando confrontada, encontra seus caminhos para se sobrepor ao social, ambiental, jurídico, ético ou político. O Brasil possui arraigado em seu desenvolvimento um pensamento e modo de agir que refletem a colonialidade e a dominância de outros Estados, grandes corporações e deixa sempre relegado a segundo plano as pessoas e os interesses da coletividade. A proposta de modernização ecológica apresenta-se sobre a perspectiva que aqueles que ainda poluem o meio ambiente estão defasados em termos de tecnologia e sistemas produtivos. A tecnologia e a eficiência ecológica seriam capazes de reduzir os níveis de poluição e degradação ambiental. O ser humano torna-se mero operador de sistemas ambientais modernos que tornariam o ambiente mais sadio. O desrespeito aos Princípios basilares do Estado Constitucional e Democrático Brasileiro, como a Dignidade da Pessoa Humana e os Direitos Humanos são características de um país com fraco desenvolvimento institucional. O capitalismo e a economia ainda são a face mais visível do desenvolvimento sustentável.Referências
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